Comportamento da carga de treinamento, recuperação e bem-estar em atletas profissionais de voleibol em semanas com e sem jogos

  • Fernanda Martins Brandão Universidade Federal de Juiz de Fora, (Brasil)
  • Vinícius Figueirôa da Cunha Universidade Federal de Juiz de Fora, (Brasil)
  • Thiago Ferreira Timoteo Universidade Federal de Juiz de Fora, (Brasil)
  • Thiago Seixas Duarte Universidade Federal de Juiz de Fora, (Brasil)
  • Bernardo Miloski Dias Universidade de São Paulo, (Brasil)
  • Danilo Reis Coimbra Universidade do Estado de Santa Catarina, (Brasil)
  • Renato Miranda Universidade Federal de Juiz de Fora, (Brasil)
  • Maurício Gattás Bara Filho Universidade Federal de Juiz de Fora, (Brasil)

Resumen

O objetivo deste estudo foi comparar a carga interna de treinamento, o estado de recuperação e o bem-estar em atletas profissionais de Voleibol de acordo com a frequência semanal de jogos. A recuperação foi quantificada pela Escala de TQR, a carga pela PSE da sessão e o bem-estar pela escala de QBE. Para comparar os valores da Carga de Treinamento Semanal Total, o delta da Qualidade Total de Recuperação (ΔTQR) e o delta da Qualidade de bem-estar (ΔQBE) foi aplicado o teste ANOVA para medidas repetidas. Não foram encontradas diferenças significativas ao comparar a carga de treinamento com a frequência de jogos semanais, porém o tamanho do efeito foi muito elevado quando se comparou a diferença entre um e dois jogos semanais, assim como de nenhum a dois jogos na semana. Houve diferença entre o ΔTQR entre as semanas sem jogos e com dois jogos assim como entre as semanas com um e dois jogos. Já o ΔQBE foi diferente para as semanas que não havia a realização de jogos e aquelas com jogos. Conclui-se que, mesmo que não haja uma variação das cargas com diferentes frequências semanais de jogos, a recuperação assim como o bem-estar dos atletas foi alterada.

Descargas

La descarga de datos todavía no está disponible.

Citas

Borg, G. A. (1982). Psychophysical bases of perceived exertion. Medicine and Science in Sports and Exercise, 14(5), 377–381. Retrieved from http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/7154893+

Borresen, J., & Lambert, M. I. (2009). The Quantification of Training Load , Effect on Performance. Sports Medicine, 39(9), 779–795. https://doi.org/10.2165/11317780-000000000-00000

Bourdon, P., & Cardinale, M. (2017). Monitoring Athlete Training Loads: Consensus Statement. Journal of Sports …, 161–170. https://doi.org/10.1123/IJSPP.2017-0208

Brink, M. S., Nederhof, E., Visscher, C., Schmikli, S. L., & Lemmink, K. A. P. M. (2010). Monitoring Load, Recovery, and Performance in Young Elite Soccer Players. Journal of Strength and Conditioning Research, 24(3), 597–603. https://doi.org/10.1519/JSC.0b013e3181c4d38b

Foster, C. (1998). Monitoring training in athletes with reference to overtraining syndrome. Medicine and Science in Sports and Exercise, 30(7), 1164–1168. Retrieved from http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/9662690

Foster, C., Florhaug, J. A., Franklin, J., Gottschall, L., Hrovatin, L. A., Parker, S., … Dodge, C. (2001). A new approach to monitoring exercise training. Journal of Strength and Conditioning Research, 15(1), 109–115. Retrieved from http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/11708692

Freitas, V. H., Nakamura, F. Y., Miloski, B., Samulski, D., & Bara-Filho, M. G. (2014). Sensitivity of physiological and psychological markers to training load intensification in volleyball players. Journal of Sports Science & Medicine, 13(3), 571–579. Retrieved from http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/25177184

Govus, A. D., Coutts, A., Duffield, R., Murray, A., & Fullagar, H. (2018). Relationship Between Pretraining Subjective Wellness Measures, Player Load, and Rating-of-Perceived-Exertion Training Load in American College Football. International Journal of Sports Physiology and Performance, 13(1), 95–101. https://doi.org/10.1123/ijspp.2016-0714

Henderson, B., Cook, J., Kidgell, D. J., & Gastin, P. B. (2015). Game and Training Load Differences in Elite Junior Australian Football. Journal of Sports Science & Medicine, 14(3), 494–500. Retrieved from http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/26336334

Impellizzeri, F. M., Rampinini, E., Coutts, A. J., Sassi, A., & Marcora, S. M. (2004). Use of RPE-based training load in soccer. Medicine and Science in Sports and Exercise, 36(6), 1042–1047. Retrieved from http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/15179175

Johnston, R. D., Gibson, N. V., Twist, C., Gabbett, T. J., MacNay, S. A., & MacFarlane, N. G. (2013). Physiological Responses to an Intensified Period of Rugby League Competition. Journal of Strength and Conditioning Research, 27(3), 643–654. https://doi.org/10.1519/JSC.0b013e31825bb469

Kellmann, M. (2010). Preventing overtraining in athletes in high-intensity sports and stress/recovery monitoring. Scandinavian Journal of Medicine & Science in Sports, 20, 95–102. https://doi.org/10.1111/j.1600-0838.2010.01192.x
Kenttä, G., & Hassmén, P. (1998). Overtraining and Recovery. Sports Medicine, 26(1), 1–16. https://doi.org/10.2165/00007256-199826010-00001

Lacerda, R., Duarte, T., Coimbra, D., Timoteo, T., Marins, J., Miranda, R., & Bara Filho, M. (2015). Comportamento da recuperação de atletas profissionais de voleibol em semanas com jogos e sem jogos. Coleção Pesquisa Em Educação Física, 14(2), 23–30. Retrieved from http://www.fontouraeditora.com.br/periodico/?mod=Arquivo&opt=Arquivo-Detalhe&id_arquivo=1168

Manzi, V., DʼOttavio, S., Impellizzeri, F. M., Chaouachi, A., Chamari, K., & Castagna, C. (2010). Profile of Weekly Training Load in Elite Male Professional Basketball Players. Journal of Strength and Conditioning Research, 24(5), 1399–1406. https://doi.org/10.1519/JSC.0b013e3181d7552a

McLean, B. D., Coutts, A. J., Kelly, V., McGuigan, M. R., & Cormack, S. J. (2010). Neuromuscular, Endocrine, and Perceptual Fatigue Responses during Different Length Between-Match Microcycles in Professional Rugby League Players.
International Journal of Sports Physiology and Performance, 5(3), 367–383. https://doi.org/10.1123/ijspp.5.3.367

Saw, A. E., Main, L. C., & Gastin, P. B. (2016). Monitoring the athlete training response: subjective self-reported measures trump commonly used objective measures: a systematic review. British Journal of Sports Medicine, 50(5), 281–291. https://doi.org/10.1136/bjsports-2015-094758

Sheppard, J. M., Gabbett, T. J., & Stanganelli, L.-C. R. (2009). An Analysis of Playing Positions in Elite Menʼs Volleyball: Considerations for Competition Demands and Physiologic Characteristics. Journal of Strength and Conditioning Research, 23(6), 1858–1866. https://doi.org/10.1519/JSC.0b013e3181b45c6a
Publicado
2019-02-28
Cómo citar
Brandão, F., da Cunha, V., Timoteo, T., Duarte, T., Dias, B., Coimbra, D., Miranda, R., & Bara Filho, M. (2019). Comportamento da carga de treinamento, recuperação e bem-estar em atletas profissionais de voleibol em semanas com e sem jogos. Educación Física Y Ciencia, 20(4), e063. https://doi.org/10.24215/23142561e063
Sección
Artículos